A oferta de animais confinados continua restrita, mas a indústria resiste em pagar mais pela cotação da arroba do boi gordo. Em São Paulo, apesar das escalas de abate atenderem quatro dias, em média, algumas indústrias não conseguiram completar a programação de abate até o final desta semana, o que aumenta a necessidade de compra, que pode ser realizada por até R$ 2 acima do valor de referência.
As cotações seguem estáveis na maioria das praças pecuárias pesquisadas. Os preços pagos ao produtor continuam firmes, apesar da procura reduzida por carne bovina no varejo, movimento típico deste período do mês, o que confirma que a oferta de animais para abate está ajustada à demanda.
Em São Paulo, o indicador boi gordo da Esalq BM&F/Bovespa fechou na terça-feira a R$ 100,32/@, a prazo, com funrural, queda de 0,04%. No mercado à vista, a arroba está cotada a R$ 97,91/@, valor 0,12% abaixo do fechamento anterior.
No mercado futuro, os contratos com vencimento em 31 de outubro encerraram o pregão cotados em R$ 100,24, recuo de 0,41%.
Fonte: Portal DBO (acessado em 20/10/2011)