Papel do médico-veterinário na erradicação da febre aftosa é enfatizado em reunião do PNEFA

A previsão é de que a retirada total da vacinação em todo o Brasil aconteça até 2021
Texto: Comunicação CRMV-SP
Fotos: Comunicação CRMV-SP

O médico-veterinário Odemilson Donizete Mossero, vice-presidente do CRMV-SP, participou da 2ª Reunião do BLOCO IV do Plano Estratégico do Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (Pnefa), 2017-2026. O encontro aconteceu, nos dias 18 e 19 deste mês, na Secretaria de Agricultura e Abastecimento, em São Paulo (SP).

“A reunião é de extrema importância para que os Estados possam apresentar a situação observada em suas localidades no que diz respeito à febre aftosa, bem como falar da aplicação do Pnefa em suas regiões”, comentou Mossero.

O vice-presidente representou o Conselho na reunião e, durante seu discurso, ressaltou a grande contribuição do profissional da Medicina Veterinária para a erradicação da febre aftosa no Brasil.

SP previa vacinar 11 milhões de animais O calendário nacional da campanha de vacinação contra a febre aftosa, aberto no mês de maio, já foi encerrado em 24 Estados brasileiros, incluindo São Paulo, onde a expectativa era imunizar 11 milhões de animais, entre bovinos e bubalinos, o que poderá ser confirmado após a divulgação do balanço da SAA.

Vacinação massiva

Neste ano, a vacina teve sua dose reduzida de 5ml para 2ml, assim como foi apenas bivalente, com capacidade de imunização contra os vírus de febre aftosa do tipo A e O. O objetivo foi diminuir as incidências de formação de abcessos nos animais e dar sequência ao Pnefa, que prevê a retirada total da vacinação em todo o País até 2021.

“A vacinação massiva ainda é fundamental para a continuidade do sucesso e conclusão do Programa Nacional, implantado no País, em 1992, e reconhecido internacionalmente em 2018”, comenta Mossero.

Estratégia

O Plano Estratégico do Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (Pnefa), 2017 – 2026, visa busca criar e manter condições sustentáveis para garantir o status de país livre da febre aftosa e ampliar as zonas livres sem vacinação, protegendo o patrimônio pecuário nacional.

Ele é subdividido em blocos, nos quais se inserem os Estados, para as discussões sobre as condutas regionais de aplicação do Plano Estratégico. O Bloco IV compreende Bahia, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Sergipe, São Paulo e Distrito Federal.

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